Figurinha carimbada da cena política brasileira, Frei Beto, amigo de Lula, de Fidel e de Raul Castro, declarou à imprensa brasileira "o que ele tem de falar sobre Cuba ele fala lá, em Cuba", referindo-se à grave questão dos presos políticos cubanos, em greve de fome, já mortos ou correndo o risco de perderem a vida, caso de Guillermo Fariñas.
A julgar pelo que continua acontecendo em Cuba, centenas de pessoas ainda presas arbitrariamente, e sob argumentos espúrios, e pessoas já mortas, ou morrendo, em virtude de greve de fome, Frei Beto ficou calado lá, em Cuba, ou se falou alguma coisa, deve ter falado abobrinha, do tipo, vai chover, está calor, vem aí um tornado ou tempestade tropical ou, numa hipótese remota, Frei Beto falou contra a "política magnânima" dos Castros no tratamento de pessoas, em defesa dos presos e não foi ouvido, nem cheirado. Ou ainda, para esgotar as possibilidades, parabenizou a dupla sinistra Fidel e Raul: "mui bién, camaradas, congratulaciónes, usted están porretas". É muita cara de pau, a desse tal de Frei Beto.
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